quarta-feira, 28 de maio de 2008
Poesia
Hoje sou uma grande
ser com braços abertos
E andando sem saber onde pisar
para não machucar quem não posso vê
E pulo em obstáculos
E sem rumo vivo a rondar a terra
E me vejo refletida em um grande oceano,
meus próprios sentimentos
Que hoje são tão profundos!
Inexplicáveis!
E vocês olham pra mim assustados
nesse momento
De repente...
desse mar de emoção, saio devagar,
Eu uma mulher com raios na mãos, e olhos em chama, e seguro em suas mãos , e te levo para meu mundo
E com minhas garras arranco a dor do vosso peito e vocês sorriem pra mim
E essa manha fazemos um pacto
Não deixaremos o mau nos levar
onde não queremos ir
Nem deixaremos a dor destruir o que passamos uma vida construindo
Pois só o amor é o caminho
E o Criador que sempre aponta a direção
ser com braços abertos
E andando sem saber onde pisar
para não machucar quem não posso vê
E pulo em obstáculos
E sem rumo vivo a rondar a terra
E me vejo refletida em um grande oceano,
meus próprios sentimentos
Que hoje são tão profundos!
Inexplicáveis!
E vocês olham pra mim assustados
nesse momento
De repente...
desse mar de emoção, saio devagar,
Eu uma mulher com raios na mãos, e olhos em chama, e seguro em suas mãos , e te levo para meu mundo
E com minhas garras arranco a dor do vosso peito e vocês sorriem pra mim
E essa manha fazemos um pacto
Não deixaremos o mau nos levar
onde não queremos ir
Nem deixaremos a dor destruir o que passamos uma vida construindo
Pois só o amor é o caminho
E o Criador que sempre aponta a direção
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minhas fotos
Paciente de TOC
Hoje sou um mar frio
Distante intocável
Quem me observa tem medo de navegar
Porque não sabem os perigos a frente
As vezes fico turbulenta
As vezes fico quieta
Sou eu
Em forma de mar
As vezes sou um deserto
Sem flores
As vezes tenho muitas rosas nas mãos
As vezes corto, as vezes curo
Curo através das palavras
Mas estou calada
As vezes muito falante
Ou agressiva comigo mesma
E destruo meus órgãos
E eles me imploram através da febre
E meus olhos pouco vê esses dias
O faro do meu cérebro
Está em curto
Aceite por favor
E venha comigo
Silencio!
Senta comigo
E chora comigo
Te dou meu ombro essa noite
E te protejo nas minhas asas
E te faço ficar em pé
E digo:O amor Divino
Nós fez forte
Não chore, continue a andar
Mesmo que não veja o fim do túnel continue a andar
Que eu eu essa domesticada fera por mim mesma farei o mesmo
Distante intocável
Quem me observa tem medo de navegar
Porque não sabem os perigos a frente
As vezes fico turbulenta
As vezes fico quieta
Sou eu
Em forma de mar
As vezes sou um deserto
Sem flores
As vezes tenho muitas rosas nas mãos
As vezes corto, as vezes curo
Curo através das palavras
Mas estou calada
As vezes muito falante
Ou agressiva comigo mesma
E destruo meus órgãos
E eles me imploram através da febre
E meus olhos pouco vê esses dias
O faro do meu cérebro
Está em curto
Estou aqui com mais uma lágrima nos olhos
Mas quero continua amar vocês
Aceite por favor
E venha comigo
Silencio!
Senta comigo
E chora comigo
Te dou meu ombro essa noite
E te protejo nas minhas asas
E te faço ficar em pé
E digo:O amor Divino
Nós fez forte
Não chore, continue a andar
Mesmo que não veja o fim do túnel continue a andar
Que eu eu essa domesticada fera por mim mesma farei o mesmo
Mulher Sentimento
Chorar é coragem
Mulher Sentimento
Minha vida tem objetivo
Carros na Alemanha
Minhas músicas preferida
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