sexta-feira, 18 de julho de 2008
O mundo parou de novo
O mundo parou de novo
Vejo você chegando
E você me olha com tanto desejo!
Que me sinto única na terra
E sou, no nosso mundo
E você me diz
Eu estarei sempre aqui
E sempre te levarei
aonde quiseres ir
E eu me viro e adormeço
com lágrimas nos olhos
E nos meus sonhos
Me vejo com trajes antigos
com uma grande rosa na mão
E ando por um campo imenso
E você de repente chega
E me segura pelas mãos
E nos dois trocamos um olhar infinito
E no nosso coração
Nasce um pacto eterno
E você me coloca no seu cavalo
E pula o fogo ao nosso redor
e eu nunca solto sua cintura
E de repente seus lábios
Toca minha face
e você me diz: .... acorda amor
Você está ardendo de febre
Vejo você chegando
E você me olha com tanto desejo!
Que me sinto única na terra
E sou, no nosso mundo
E você me diz
Eu estarei sempre aqui
E sempre te levarei
aonde quiseres ir
E eu me viro e adormeço
com lágrimas nos olhos
E nos meus sonhos
Me vejo com trajes antigos
com uma grande rosa na mão
E ando por um campo imenso
E você de repente chega
E me segura pelas mãos
E nos dois trocamos um olhar infinito
E no nosso coração
Nasce um pacto eterno
E você me coloca no seu cavalo
E pula o fogo ao nosso redor
e eu nunca solto sua cintura
E de repente seus lábios
Toca minha face
e você me diz: .... acorda amor
Você está ardendo de febre
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Paciente de TOC
Hoje sou um mar frio
Distante intocável
Quem me observa tem medo de navegar
Porque não sabem os perigos a frente
As vezes fico turbulenta
As vezes fico quieta
Sou eu
Em forma de mar
As vezes sou um deserto
Sem flores
As vezes tenho muitas rosas nas mãos
As vezes corto, as vezes curo
Curo através das palavras
Mas estou calada
As vezes muito falante
Ou agressiva comigo mesma
E destruo meus órgãos
E eles me imploram através da febre
E meus olhos pouco vê esses dias
O faro do meu cérebro
Está em curto
Aceite por favor
E venha comigo
Silencio!
Senta comigo
E chora comigo
Te dou meu ombro essa noite
E te protejo nas minhas asas
E te faço ficar em pé
E digo:O amor Divino
Nós fez forte
Não chore, continue a andar
Mesmo que não veja o fim do túnel continue a andar
Que eu eu essa domesticada fera por mim mesma farei o mesmo
Distante intocável
Quem me observa tem medo de navegar
Porque não sabem os perigos a frente
As vezes fico turbulenta
As vezes fico quieta
Sou eu
Em forma de mar
As vezes sou um deserto
Sem flores
As vezes tenho muitas rosas nas mãos
As vezes corto, as vezes curo
Curo através das palavras
Mas estou calada
As vezes muito falante
Ou agressiva comigo mesma
E destruo meus órgãos
E eles me imploram através da febre
E meus olhos pouco vê esses dias
O faro do meu cérebro
Está em curto
Estou aqui com mais uma lágrima nos olhos
Mas quero continua amar vocês
Aceite por favor
E venha comigo
Silencio!
Senta comigo
E chora comigo
Te dou meu ombro essa noite
E te protejo nas minhas asas
E te faço ficar em pé
E digo:O amor Divino
Nós fez forte
Não chore, continue a andar
Mesmo que não veja o fim do túnel continue a andar
Que eu eu essa domesticada fera por mim mesma farei o mesmo


1 comentários:
Oi Rô, tudo bem?
Bonito poema.
Estou pasando para te desejar uma.
boa semana.
Beijos
Ray
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