segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Mendingos de Berlim
Essa manha
estou a observar as mãos
que esmolam pelas ruas aqui em em Berlim
E meu coração geme de dor
Todos eles usam um casaco
e nele suas coisas são guardadas
como um pequeno guarda roupa ambulante
Esses homens e seus casacos!
Eles se movem através das estações do metro
Com um ritmo silencioso
e cansado de tudo
São alemães esquecidos por si mesmo
Outros sao estrangeiros
Que acreditaram em um sonho
Mas, esse sonho os trouxe aqui para eles
usarem esse casaco
Não quero essa roupa em mim
Oh!..... homens de casaco
Quando o frio vier
Vocês estarão nas estações do trem
Com seus olhos perdidos
em um direção
Catem suas garrafas
mas por favor no me olhe assim
Nessa estação não quero descer
A vida pedi ajuda
E o Criador dará a saida
Ro Mildner
estou a observar as mãos
que esmolam pelas ruas aqui em em Berlim
E meu coração geme de dor
Todos eles usam um casaco
e nele suas coisas são guardadas
como um pequeno guarda roupa ambulante
Esses homens e seus casacos!
Eles se movem através das estações do metro
Com um ritmo silencioso
e cansado de tudo
São alemães esquecidos por si mesmo
Outros sao estrangeiros
Que acreditaram em um sonho
Mas, esse sonho os trouxe aqui para eles
usarem esse casaco
Não quero essa roupa em mim
Oh!..... homens de casaco
Quando o frio vier
Vocês estarão nas estações do trem
Com seus olhos perdidos
em um direção
Catem suas garrafas
mas por favor no me olhe assim
Nessa estação não quero descer
A vida pedi ajuda
E o Criador dará a saida
Ro Mildner
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minhas fotos
Paciente de TOC
Hoje sou um mar frio
Distante intocável
Quem me observa tem medo de navegar
Porque não sabem os perigos a frente
As vezes fico turbulenta
As vezes fico quieta
Sou eu
Em forma de mar
As vezes sou um deserto
Sem flores
As vezes tenho muitas rosas nas mãos
As vezes corto, as vezes curo
Curo através das palavras
Mas estou calada
As vezes muito falante
Ou agressiva comigo mesma
E destruo meus órgãos
E eles me imploram através da febre
E meus olhos pouco vê esses dias
O faro do meu cérebro
Está em curto
Aceite por favor
E venha comigo
Silencio!
Senta comigo
E chora comigo
Te dou meu ombro essa noite
E te protejo nas minhas asas
E te faço ficar em pé
E digo:O amor Divino
Nós fez forte
Não chore, continue a andar
Mesmo que não veja o fim do túnel continue a andar
Que eu eu essa domesticada fera por mim mesma farei o mesmo
Distante intocável
Quem me observa tem medo de navegar
Porque não sabem os perigos a frente
As vezes fico turbulenta
As vezes fico quieta
Sou eu
Em forma de mar
As vezes sou um deserto
Sem flores
As vezes tenho muitas rosas nas mãos
As vezes corto, as vezes curo
Curo através das palavras
Mas estou calada
As vezes muito falante
Ou agressiva comigo mesma
E destruo meus órgãos
E eles me imploram através da febre
E meus olhos pouco vê esses dias
O faro do meu cérebro
Está em curto
Estou aqui com mais uma lágrima nos olhos
Mas quero continua amar vocês
Aceite por favor
E venha comigo
Silencio!
Senta comigo
E chora comigo
Te dou meu ombro essa noite
E te protejo nas minhas asas
E te faço ficar em pé
E digo:O amor Divino
Nós fez forte
Não chore, continue a andar
Mesmo que não veja o fim do túnel continue a andar
Que eu eu essa domesticada fera por mim mesma farei o mesmo
Mulher Sentimento
Chorar é coragem
Mulher Sentimento
Minha vida tem objetivo
Carros na Alemanha
Minhas músicas preferida
- http://br.youtube.com/watch?v=1QAN7NOqXX4


3 comentários:
...Estava lendo o seu poema OS MENDIGOS DE BERLIM, e como o achei muito interessante, usei-o como inspiração e escrevi este poema ke segue nas linhas abaixo, espero ke vc goste...
As Ruas de Berlim
(Phillipe Navino Velásquez – 04/07/2008 – 06:09 h)
Pairas silenciosa, na última estação...
Ouves, ao longe, outros sussurros!
Vês em tantos quedarem mãos
E estalarem oblíquos punhos...
Tenta sair-te da garganta
Como pingos - gota a gota -,
Uma voz que não canta,
Meio grave e rouca...
Teu corpo é agora, só pele e osso!
Tua loucura segue enfurnada
Num casaco caro e roto...
A morte acompanha-te em Berlim
Varre-te das ruas, amortalhada,
E beija-te a fronte, enfim...
Ps: eu tbm sou poeta e tenho mais de 200 poemas, ainda estou em fase de escolher os melhores para depois publicá-los...
Adorei chará! Bj.
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